terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Inclusão social
Incluir quer dizer fazer parte, inserir, introduzir. Inclusão é o pacto ou efeito de incluir.
Assim, a inclusão social das pessoas com deficiências significa torná-las participantes da vida social, económica e política, assegurando o respeito aos seus direitos no âmbito da Sociedade, do Estado e do Poder Público. A inclusão é um processo que acontece gradualmente, com avanços e retrocessos isto porque os seres humanos são de natureza complexa e com heranças antigas, têm preconceitos e diversas maneiras de entender o mundo. Assim sendo, torna-se difícil terminar com a exclusão e mesmo existindo leis contra a mesma, não são leis que vão mudar, de um dia para o outro, a mentalidade da sociedade assim como o seu preconceito.

As sociedades antepassadas não aceitavam a deficiência, provocando uma exclusão quase total das pessoas portadoras desta. As famílias chegavam mesmo a escondê-las da convivência com outros, isolando-as do mundo. Felizmente, o mundo desenvolveu levando a uma maior aceitação da deficiência devido ao aparecimento de novos pensamentos e mentalidades. Estas transformações aconteceram, em grande maioria, no final do século XIX e começo do século XX na Revolução Industrial, com o aparecimento do interesse pela educação nos países desenvolvidos. Esse interesse provocou o início do atendimento aos deficientes, bem como o aparecimento da educação especial destinada a um movimento de inclusão escolar e social.
Assim a sociedade aprendeu a ser mais inclusiva, compreensiva, e solidária com a deficiência.
Hoje, as crianças com deficiência frequentam a escola, saem a rua, brincam, vivem como uma criança dita “normal”. No entanto, ainda temos um longo caminho a percorrer para que todas as pessoas se sintam integradas e apoiadas por todo o mundo.

Vários países já criaram leis que protegem os deficientes e que os incluem na sociedade. Um deficiente deve ser considerado um cidadão, isto é, um indivíduo que pode gozar dos seus direitos civis, políticos, económicos e sociais de uma sociedade assim como deve cumprir os seus deveres para com esta.
Um cidadão deve ter dignidade, ter honra e ser respeitado por qualquer outro, ou seja, todos os deficientes têm direito a ser respeitados pois, também são cidadãos. Alguns dos objetivos de vários países são:
   " Promover o bem de todos, sem preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação”;
  “ Construir uma sociedade livre, justa e solidária”;
  “ Erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais”;

A expressão “bem de todos” indica que os direitos e deveres da sociedade pressupõem que todos são iguais perante a lei.
No entanto, as pessoas com deficiência possuem necessidades diferentes o que as tornam especiais. Desta forma, é importante existir direitos específicos para as pessoas portadoras de deficiência, direitos que compensem, na medida do possível, as limitações e/ou impossibilidades a que estão sujeitas.

Existem muitas leis, no entanto, as atitudes de rejeição criam barreiras sociais e físicas que dificultam o processo de integração.
Isto se deve ao facto da sociedade possuir um modelo de Homem, ou seja, cada pessoa elege um padrão e todos os que fujam a ele são olhados de má forma. Um bom exemplo disto são os deficientes que, por vezes, também são olhados na rua como algo diferente, talvez por fugir ao modelo de Homem estabelecido por cada um. A dificuldade de ultrapassar este modelo de Homem acontece por certas pessoas considerarem outras “menos inteligentes” (como pode acontecer com os deficientes mentais, por exemplo).

Como sabemos, e como já foi referido, são inúmero os obstáculos existentes para os deficientes, sendo a inclusão escolar uma das grandes barreiras no nosso país.
“Uma escola para todos e para cada um” é um grande objetivo a cumprir para a inclusão. Uma escola que acolhe as diferenças, que colabora, que convive será um bom princípio para combater a exclusão social. Dividir a escola em termos de alunos “normais” e alunos “deficientes” não é certamente um princípio inclusivo e o objetivo pretendido.
O caminho para termos uma sociedade incluída será, provavelmente, aprofundar a Educação Inclusiva apoiando todos os alunos com dificuldades, dando-lhes uma educação de qualidade num ambiente comunitário e diverso.
Dois verbos
Fazer e mostrar. Hoje quero refletir sobre estes dois verbos. Há que se querer que mostrar venha depois de fazer. O primeiro, fazer, diz respeito diretamente com o que todos os humanos realizam 24 horas por dia, durante sua vida, de uma maneira ou outra, até em prol da própria vida. Eu faço, eu farei, eu faria, ...conjugar este verbo é um desafio da vida cotidiana. É semelhante a fabricar, produzir, preparar, praticar, colocar, realizar, efetuar, dizer, exprimir, percorrer, entre outros. Fazer bem, fazer mal, fazer assim, fazer assado. A gente nasce para fazer. Faz-se na infância, adolescência, fase adulta e na melhor idade. Disse-me uma vez meu pai, Silvio Lopes Gonçalves, « Paulo, a vida de qualquer pessoa daria um livro » e claro, daria, dá, basta alguém fazer a pesquisa, fazer a organização e fazer diversas decisões. Já o verbo mostrar é fazer ver algo, expor aos olhos de alguém, exibir ao semelhante ; mais, é dar provas de um fato, demonstrar o que aconteceu e, hoje, no estágio relacional dos humanos, no início da segunda década, do terceiro milênio, pra mim, obviamente, e optar pelas redes sociais, mostrando-se num jeito jamais, outrora, possível tão rápida e eficazmente. Ontem(05.02.2012), tão logo encerrada a primeira fase do VI Exame Unificado da Ordem dos Advogados do Brasil, eu pelo Twitter, acessei todas questões e, respectivo,gabarito. Dois verbos e minha reflexão !
Paulo Pugleiro: blogueiro

sábado, 28 de janeiro de 2012

DUAS VENCEDORAS

O Brasil oferece à sua gente um grande momento universitário. Na última década, a primeira deste século XXI, multiplicou-se as oportunidades para chegar-se ao sonho que acompanha muitos jovens e suas respectivas famílias. Fiz dois cursos universitários, tenho muitos amigos e amigas, atuando profissionalmente e contribuindo à construção do Brasil que queremos. Na noite de 27 de janeiro de 2012 estive com outros vianenses (Giovani, Saleti, Marlei, Ivarez, Cleusa, Jorge, Rosa, Alberto Frantz, Harry, Zenira, Zoé, Rosado, Acelino, Vera, Acílio, Amélia, Jean, Marcilene, Marlon, João entre outros ilustres convidados)   na colação de grau da turma – segundo semestre de 2011 - Formandos do Curso de  Educação Física da Universidade da Região da Campanha - Campus Alegrete. A URCAMP viveu por seus professores e através de nós uma noite inesquecível, das 20 horas às 22 horas, no Clube Juventude, ao entregar à sociedade uma linda turma de profissionais. Manoel Viana e o Brasil agora têm mais duas grandes vencedoras, profissionais da educação, formadas que são minhas amigas Elisiane Siqueira dos Santos e Betina Frantz.  A Cerimônia seguiu as formalidades e indispensáveis a quem quer viver no mundo desenvolvido.
 Fonte
 Paulo Pugleiro: Blogeiro

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

SOU MUITO PRECONCEITUOSO!

Tenho preconceito contra gente sonsa, falsa, fofoqueira, invejosa, futriqueira, orgulhosa, interesseira, maldosa, materialista e duas caras.

Enfim, tenho preconceito contra gente FDP!

Fora isso, você pode ser o que for e, além disso, você pode ser o que quiser!

Aprenderei tanto com nossas diferenças, quanto gostaria que você aprendesse.

E acrescentarei e serei acrescentada pelas nossas igualdades.

Afinal, na essência, ainda que seja só na essência, SOMOS TODOS IGUAIS.

Preconceito

A escravidão continua..

Medo, a raiz de toda e qualquer forma de preconceito. Quando não temos o conhecimento sobre algo ou um certo domínio sobre ele ficamos receosos, e aplicamos a ele características ruins e inferiores as nossas, e isto é algo natural do ser humano.
O preconceito inicia-se assim, e acabou sendo fruto de muita injustiça e ódio pelo mundo todo como a escravidão de negros e índios, a crença na superioridade da raça ariana por Hitler, e hoje em dia ainda permanece um restício deste estigma em forma de xenofobia, a luta para impor uma religião, desvalorização da mulher, negro e índio.
Em nossa sociedade há outro exemplo que já devia ter sido acabado a anos, a escravidão. É difícil como em pleno século XXI, num mundo que a tecnologia está ultrapassando limites cada vez mais, ainda existem pessoas sem liberdade e vivendo em condições subhumanas.
Carvoarias e canaviais são os exemplos mais fortes dessa prática, na qual crianças e jovens entram na lista. Fazendeiros e donos de carvoarias impunes e a falta de fiscalização, tanto nas condições de trabalho como na idade destes trabalhadores são a grande causa deste horror.

"Que País é esse onde o preconceito está guardado em cada peito?!
Que País é esse onde as pessoas não podem ser iguais, devido a suas classes sociais"?!

"Quem assume sua verdade age de acordo com os valores da vida, mesmo enfrentando o preconceito e pagando o preço de ser diferente, passa credibilidade, obtem respeito e se realiza".

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Paulo Pugliero - Blogueiro

SINAIS DA VIDA
Há muitos anos aprendi a acolherar as letras, entender as palavras e fazer frases. Sou igual a muitos que um dia iniciaram nos campos da alfabetização. A vida numa bela construção de tempos sucessivos colocou-me em vôos, também, tão belos e misteriosos, feito o dos pássaros que migram e voltam às suas origens. Há alguns anos depois de terminar a sequência escolar; foram mais de 26 anos, da primeira série até a formatura na pós-graduação, intervalado com dois cursos superiores(URCAMP e UFSM), encontro-me na era plena das redes sociais e consolidação profissional. É uma linda e amável atividade. Historiando via Orkut, facebook, Twitter, MSN, Sites, meu Blog, ... correio eletrônico, ... escrevendo minhas colunas para o Jornal expresso Ilustrado, etc, atualmente, e agora chego neste blog de um amigo muito querido; nele, de maneira ousada, sem fugir do meu perfil, quero expressar meu sentimento e entendimento sobre as coisas. Todos os sábado, de maneira silenciosa, quero estar trazerendo opiniões, relato de fatos e, espero, boas leituras aos blogueiros que acessarão para ler sempre novas caminhadas. A blogosfera une pessoas e cria o novo, de computador para computador. Sinais, lê-los é nosso desafio!

ACESSIBILIDADE

LEI Nº 7.405, DE 12 DE NOVEMBRO DE 1985.
(Legislação
OBS (VEJA A DATA DESSA LEI SO AQUI ELA AINDA NÃO CHEGO).
Torna obrigatório do “Símbolo Internacional de Acesso” em todos os locais e serviços que permitam sua utilização por pessoas portadoras de deficiência e outra providências.
O PRESIDENTE DA REPUBLICA, faço saber que o Congresso Nacional de4creta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º É obrigatório à colocação, de forma visível do “Símbolo Internacional de Acesso” em todos os locais que possibilitem acesso, circulação e utilização por pessoas portadoras de deficiências, e em todos os serviços que forem postos a sua disposição ou que possibilitem o sei uso.
Art. 2º - Só e permitido a colocação dos símbolos em edificações:
I – que ofereçam condições de acesso natural ou por meio de rampa construídas com as especificações contidas nesta lei;
ll – cujas formas de acesso e circulação não estejam impedidas aos deficientes em cadeira de rodas obstáculos que dificultem sua locomoção;
lll – que tenha porta de entrada com largura mínima de 90 cm (noventa centímetros);
lV – que tenham portas corredoras ou passagens com largura de 120 cm (cento e vinte centímetros);
V – que tenham elevador cuja largura da porta seja no mínimo de 100 cm (cem centímetros);
Vl – que tenha sanitários apropriados ao uso de deficientes.
fonte Legislação Estadual da pessoa com Deficiência.
A meus amigos que acompanham meu blog pode pergunta por em cada texto semanal eu cito algumas leis e pra saber o que realmente estou falando, nesse caso especifico e acessibilidade onde à legislação tanto a nível nacional como estadual me garante o direito de ir e vir, nesse caso aqui em sito Manoel Viana, esta muito atrasada porque no artigo Vl da lei a cima descrita que sanitário publico adaptado não e favor e lei e obrigado , aqui não existe, um exemplo clássico e nossa praça central, e humilhante quando sai mateada ou eventos lá realizados, não tem como ir porque não se tem um sanitário que atenta as nossas limitações, já passo da falta de politica seria que garanta nossos direitos, passo a ser uma falta de respeito com cidadão cadeirante, e o mesmo acontece com o ginásio Municipal. Onde saem os grandes eventos, que da mesma forma a falta de respeito e o não cumprimento da lei nos deixa de fora, está na hora de começar alias já passo da hora do poder publico fazer sua parte.
Muitos podem dizer que só reclamo da cidade onde moro, já ate me perguntaram se eu não gosto daqui por não me mudo para outro lugar, e muito simples esse resposta só os covardes abandonam a luta eu ainda acredito no ser humano que um dia minha cidade vai ser modelo em acessibilidade. Não sei quando, mas que um dia vai isso vai...
Se situação que governa o município achar que falo de mais,faço um desafio; desculpe a expressão senta a bunda num cadeira de roda se conseguir anda 1/3 de onde nos cadeirantes temos que andar se conseguir fazer isso, calo minha boca e me mudo de cidade e nunca mais fala nada,alguém aceita o desafio??????